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quinta-feira, 10 de maio de 2012

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Reflexão

Sabedoria

Se consegues aceitar a existência de Deus
e a prática salutar dessa ou daquela religião em que mais te reconfortes,

preserva-te contra semelhante desequilíbrio.

Começa aceitando a própria vida, tal qual é,
procurando melhorá-la com paciência.

Aprende a estimar os outros, como te apresentem,
sem exigir-lhes mudanças imediatas.

Dedica-te ao trabalho em que te sustentes, sem desprezar
a pausa de repouso ou o entretenimento
em que se te restaurem as energias.

Serve ao próximo, tanto quanto puderes.

Comentários sobre os outros, no fundo, são exposições
daquilo que carregas contigo.

Quase que imperceptivelmente apenas falamos
daquilo que já conseguimos aprender.

Não há mal que sempre dure e bem que nunca acabe.
 
 


Não estrague o seu dia

A sua irritação não resolverá problema algum.
As suas contrariedades não alternarão a natureza das coisas.
Os desapontamentos não farão o trabalho
que só o tempo poderá fazer.
O seu mau humor não modificará a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe sobre
os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas reclamações, mesmo efetivas, não acrescentarão
nos outros um grama de simpatia por você.
Aprenda com sabedoria a desculpar infinitamente,
contruindo e reconstruindo para o
INFINITO.


 Uma pequena história de amor

Era uma vez uma ilha onde moravam os seguintes sentimentos:
a Alegria, a Tristeza, a Vaidade, a Sabedoria, o Amor e outros.
Um dia avisaram aos moradores dessa ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o Amor cuidou
que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou:

"Fujam todos. A ilha vai ser inundada".
Todos correram e pegaram os seus barquinhos, para irem a algum
lugar seguro em um morro bem alto. Só o Amor não se apressou,
pois queria ficar um pouco mais com a sua ilha.
Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda.
Estava passando, nesse momento, a riqueza e ele disse:
"Riqueza me leva com você". Ela lhe respondeu:
"Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e
 você não vai caber dentro dele".
Passou, logo a seguir, a vaidade e, ele lhe pediu e
ela lhe respondeu o seguinte:
"Infelizmente, não posso, você vai sujar o meu barco".
Logo atrás vinha a tristeza e um outro pedido de ajuda foi feito.
"Tristeza posso ir com você? "Ela retrucou e respondeu-lhe:

"Ah! Amor, estou tão triste que, sinceramente, prefiro ir sozinha".
Logo mais adiante vinha chegando a Alegria que, de tanto alegria e contentamento que
estava, nem ouviu o Amor e este começou a chorar.

Finalmente, eis que surge, passando perto de si um velhinho
navegando a sua embarcação e este lhe falou:
"Sobe Amor eu te levo".
O Amor radiante de felicidade nem se lembrou de perguntar
o nome daquela boa alma.
Chegando ao alto do morro, onde estavam os sentimentos, perguntou o amor à Sabedoria
quem era o velhinho que o trouxera até aquele local.

Ela lhe respondeu:
 

"O Tempo".

O Amor voltou a perguntar:
"O Tempo? Mas por que só o Tempo me trouxe até aqui?" A Sabedoria, então, respondeu-lhe:
"Porque só o Tempo é capaz de ajudar a entender um grande Amor".
 


Pense e reflita

Sorriso
  É o cartão de visita das pessoas saudávéis.
Distribua-o gentilmente.

Jesus Cristo

É o Caminho, a verdade, a Vida.
Seja feliz com Deus no coração.

O Diálogo
É a ponte que liga as duas margens:
Eu - Tu
Transite-a bastante.
A Fé
É a bússola certa para os navios errantes, incertos,
buscando as praias da eternidade.
Faça uso dela.
O Amor
É a melhor música na partitura da Vida.
Sem ele, você será um eterno desafinado.
A Bondade
É a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.
Plante flores.
A Esperança
É o vento bom enfunando as velas do nosso barco.
Chame-o para o seu
dia-a-dia.

Medite
 
O que for a profundeza do teu ser,
assim será teu desejo.
o que for o teu desejo, assim será tua vontade.
O que for a tua vontade, assim serão teus atos.
O que forem teus atos, assim será teu destino
E quando descobrimos que nosso
verdadeiro Eu é potencialidade pura,
alinhamo-nos à força que coordena
tudo no universo.
A fonte de toda a criação é a conscientização pura...
a potencialidade pura que busca
expressar-se do não manifesto
ao manifesto...
O universo opera através de trocas dinâmicas...
dar e receber são diferentes aspectos
do fluxo da energia universal.
Toda ação gera uma força energética
que retorna a nós da mesma forma...
O que semeamos é que colheremos amanhã.

Em nossa própria capacidade de dar tudo aquilo
que almejamos encontra-se a chave
para atrair a abundância do universo
- o fluxo da energia universal - para a nossa vida.
E quando escolhemos ações que
levam felicidade e sucesso aos outros,
o fruto deste ato é sem dúvida alguma
a felicidade e o sucesso que
certamente nos virão.
E quando utilizamos as forças
da harmonia, da alegria,
do amor, atraímos sucesso e
boa sorte facilmente.

A inteligência da natureza opera
pela lei do mínimo esforço...
sem ansiedade, com harmonia
e amor.
É inerente a toda intenção e a todo desejo
o mecanismo da sua realização...
a intenção e o desejo têm,
no campo da potencialidade pura,
o poder da organização infinita.
No distanciamento está a sabedoria da incerteza...
na sabedoria da incerteza está a libertação do passado,
do conhecido, que é a prisão dos velhos condicionamentos.
E na mera disponibilidade para o desconhecido,
para o campo de todas as possibilidades,
rendemo-nos à mente criativa
que rege o universo.
E quando introduzimos uma intenção
no campo fértil da potencialidade pura,
colocamos essa infinita organização
a nosso serviço.
Todos têm um propósito de vida...
um dom singular ou um talento único
para dar aos outros.
E quando misturamos esse talento singular
com benefícios aos outros,
experimentamos o êxtase
da exultação de nosso próprio espírito - entre todos,
o supremo objetivo.


  O homem triste

Você passou por mim com simpatia, mas quando viu meus
olhos parados indagou, em silêncio, por que vagueio pelas ruas.
Talvez, porisso, apressou o passo e ainda que quisesse chamá-lo
a palavra desfaleceu na boca. É possível que você suponha que eu desisti
do trabalho, no entanto, ainda hoje bati de porta em porta em vão.
Muitos disseram que eu ultrapasei a idade para ganhar o pão. Como
a madureza do corpo fosse a condenação à inutilidade outros
desconhecendo que vendi a minha melhor roupa para aliviar a
esposa enferma me despidiram apressados crendo que  fosse
eu um vagabundo sem profissão. Não sei se você notou quando
o guarda me arrancou da frente da vitrine a gritar palavras duras como
se eu fosse um malfeitor vulgar. Contudo, acredite, nem me passou
pela mente a idéia de furto apenas admirava os bolos expostos
recordando os filhinhos a me abraçar com fome quando retorno à casa.
Talvez tenha observado as pessoas que me endereçavam  gracejos
imaginando que eu fosse um bêbado porque eu tremia apoiado ao poste.
Afastaram-se todos com manifesto desprezo, mas, não tive coragem
de explicar que não tomo qualquer alimentação há três dias.
A você, todavia, que me olhou sem medo, ouso rogar apoio e cooperação
agradeço a dádiva que me ofereça em nome do Cristo que dizemos
amar e peço para que me restitua a esperança a fim de que
eu possa honrar com alegria o dom de viver.
Para isso, basta que se aproxime de mim sem asco para que eu saiba
apesar de todo o meu infortúnio que, ainda, sou seu irmão.

 -- - --

Esta é a mensagem de um homem triste, quiçá, como tantos que vemos
perambulando pelas ruas. É bem verdade que alguns são, de fato, pessoas
que se comprazem na ociosidade. Todavia há os desafortunados que apesar
de trabalhar a vida toda não puderam ajuntar moedas para o sustento próprio
e da família e que chegado à madureza são condenados pela sociedade
a viver como réprobos, embora, sejam pessoas dignas.
É comum observarmos homens e mulheres puxando um carrinho de papéis
e outros objetos  recicláveis para prover o próprio sustento.
São nossos irmãos de caminhada evolutiva que não tem coragem
de viver na mendicância. Porisso, trabalham com dignidade. Muitos de nós,
no entanto, nos enfadamos com essas criaturas que atrapalham o trânsito com
seus carrinhos indesejáveis.
O que não nos damos conta é que além do peso do carrinho tem,
ainda, que carregar sobre os ombros o peso da humilhação e do desprezo
impostos por uma sociedade indiferente. É verdade que todos nós estamos
colhendo o que plantamos e que aqueles que passam por essas situações
precisam dessas experiências para crescerem espiritualmente.
Entretanto, são nossos irmãos, filhos do mesmo Pai Criador e merecedores,
sem dúvida, no mínimo, do nosso respeito. Senão os podemos ajudar que não
os atrapalhemos jogando-lhes palavras amargas nem os menosprezando
dificultando ainda mais a sua caminhada.
Você sabia que muitas pessoas que hoje vivem na miséria já foram
muitos ricas em outras existências e vice-versa. As leis divinas, a todos,  
nos reserva as lições para progredir e a lógica diz que aquele que é rico
e esbanja sua fortuna em futilidades e em proveito próprio precisa
passar por necessidades materiais para aprender a valoriar os tesouros que
Deus lhe empresta, a fim de que possa progredir.

 
Mensagem enviada pela internauta do Rio de Janeiro (RJ)
 IARaymundo

Um minuto a mais...
 Mudança de Vida.

A vida muda em um minuto apenas.
Em um minuto apenas DEUS providencia o socorro.
Pode ser um coração atento, uma mão amiga, um pedaço de papel
impresso caído na calçada.
Papel que o vento não o levou para longe.
Um minuto apenas e o amor volta e a esperança renasce
Um minuto apenas e o sol rompe as nuvens clareando tudo.
Não se desespere, espere, o socorro chega.
Um minuto apenas...
O panorama se modifica. A vida refloresce. Tenha paciência, não se
entregue à desesperança. Aguarde.
Enquanto você sofre DEUS providencia o auxílio.
Aguarde, um minuto apenas, sessenta segundos.
Uma vida. Um minuto a mais.
Em um minuto apenas, a misericórdia divina se derrama cheia de
bênçãos nas vielas escuras dos passos humanos, corrige, saneia, repara transformando-as em estradas luminosas no rumo da vida maior
 
 (autor desconhecido)
 Mensagem enviada pelo internauta
 Rayomar

Rio de Janeiro (RJ)



Mundo real
    Estamos vivendo um período em que procuramos suprir nossas
carências no mundo virtual. Damos incondicionalmente do nosso tempo e oferecemos muito de nós. Nos abrimos, enviamos flores virtuais, abraços
virtuais, palavras de consolo, infinitos bons dias e boas noites. Trazemos
sonhos e oferecemos nossa amizade sem nos questionar.
Sabemos pouco uns dos outros, mas isso não tem importância. Quando
a porta do mundo virtual se abre, entramos e não nos preocupamos em
saber se existe uma porta de saída.
Enquanto isso, ao nosso lado, na nossa vizinhança, na nossa cidade e, mesmo,
dentro da família, as pessoas vão sendo deixadas.
Nos esquecemos do bom dia diário, do sorriso luminoso que pode iluminar
o dia de alguém, de um olhar sincero do "pode contar comigo" que
escrevemos tantas vezes a quem não conhecemos.
Mas quando Deus permitiu que a internet fosse criada,
foi para que mais portas se abrissem e não que outras fossem fechadas.
Penso que Ele queria que nos abríssemos para o mundo, mas que jamais
desejou que nos fechássemos em nossa casa.
Então, por que não trocar de vez em quando algum tempo diante do pc por
uma boa xícara de café com alguém que conhecemos? No lugar de um
e-mail de bom dia que vai ficar guardado numa caixinha virtual, um caloroso
bom dia por telefone que vai ficar guardado no coração. Uma boa
gargalhada a dois, três ou mais pode ser ainda mais saudável que
uma solitária diante de uma tela.
Experimente de vez em quando voltar ao mundo real. Ser uma bênção
virtual é enriquecedor e nos traz grandes satisfações. Mas se, além disso,
podemos ser uma bênção real e uma real bênção, nossa missão de ser anjos
 na terra vai estar sendo maravilhosamente cumprida.
 
 Esta mensagem é de autoria de
Letícia Thompson  

Braine-l'Alleud, principal cidade da região Brabant Wallon
- Bélgica -

http://www.leticiathompson.com

leticiathompson@skinet.be
 
Tente recomeçar...


"Nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado; mas nada
pode ser modificado até que se enfrente."
 
Não, esta não é a primeira vez que ponho essa frase para começar.
Mas ela diz muito. E hoje eu sinto vontade de falar exatamente isso:
das pessoas que se lamentam porque se encontram em determinada situação,
mas que não fazem nada para mudar. Por que achamos sempre que os outros
precisam estender a mão? Por que ficamos no nosso canto dizendo
que o mundo se esqueceu de nós, se nós mesmos não criamos coragem para ir
ao encontro desse mesmo mundo e tentar fazer alguma coisa nova e diferente?
O mundo não existe pra nós, somos nós que existimos para ele.
Se não nos sentimos felizes como estamos, se a depressão e desânimo
tomam conta das nossas horas, então é melhor pensar seriamente
novas atitudes e caminhos diferentes.
Se já percebemos que por determinado caminho
não chegaremos a lugar nenhum, melhor dar meia-volta e recomeçar,
mudar de direção, de tática. É preciso encarar o mundo olhando nos olhos
dele e se não der certo uma vez, não é grave, a gente recomeça
e recomeça até acertar.
 
 Esta mensagem é de autoria de
Letícia Thompson  

Braine-l'Alleud, principal cidade da região Brabant Wallon
- Bélgica -

http://www.leticiathompson.com

leticiathompson@skynet.be



 
Corações calejados

Fala-se de mãos e pés calejados, mas pouco se fala de corações calejados. Portanto... quanta gente há por aí vivendo como se não fosse possível ter sentimentos porque um dia foram magoadas.
As pessoas mais duronas, que parecem indiferentes ao amor, carinho e
ternura, são pessoas endurecidas pela vida. São vítimas de uma dor
que não souberam gerir.
Uma empresa mal administrada vai à falência; um coração mal dirigido vai à ruína. Somos nós os gerentes da nossa vida. A nós cabe as decisões importantes que conduzirão nosso caminho.
Você já experimentou andar com um sapato apertado? No início a gente
agüenta, faz até cara bonita e se diz que depois vai amaciar. Mas isso nem
sempre acontece e depois de algum tempo percebemos que, mesmo se
as pedras no caminho podem fazer mal, melhor mesmo é deixar esse sapato
de lado, ainda que seja aquele que a gente tanto desejou e até
se sacrificou para adquirir.
Há pessoas que calejam nosso coração. Fazem parte da nossa vida e
as amamos, mas nos fazem mal... tanto e tanto que acabamos fechando
aos poucos as portas do nosso coração a outras possibilidades. Nos
trancamos dentro dele e vivemos na escuridão da nossa própria sombra.
Não permita que alguém magoe seu coração a ponto de te deixar insensível.
Não deixe de acreditar nas estrelas porque um dia as nuvens
escuras encobriram seu céu.
Se seu coração está calejado, cuide dele com mais carinho ainda. Que seja
ele a transformar a atitude dos outros em relação a você e não o contrário!
Se alguém que você ama só quer brincar com seu coração, talvez essa
pessoa não mereça o amor que você sente. E por mais difícil que seja,
guarde seu coração das asperezas, não deixe que as decepções o endureça.
Olhe em outras direções, dê uma chance aos que te querem bem e
ao seu
 coração de ser cuidado com o carinho que ele merece.

Esta mensagem é de autoria de
Letícia Thompson  

Braine-l'Alleud, principal cidade da região Brabant Wallon
- Bélgica -

http://www.leticiathompson.com

leticiathompson@skynet.be
 


 
Uma sugestão de vida diária
Você deseja um conselho viável e bem prático?
Ei-lo:
Amanheça cada dia com a luz da esperança nos olhos, sorrindo,
alando com Deus todas as manhãs:

Senhor !
afasta de mim as preocupações desnecessárias, a impaciência, o ódio,
a crítica maldosa, o desamor.
Abençoe meus familiares, parentes, colegas e amigos. Todos aqueles
que eu encontrar ao longo do dia de hoje.

Senhor !

que eu assuma meu trabalho com generosidade e bom humor, amando
as tarefas e compromissos que irei assumir, executar, jogando longe os sentimentos
negativos que só deprimem e debilitam,
envenenando o meu espírito.

Oh! Pai amado !
Fica comigo,  ao longo de mais um dia.
Quero sorrir, cumprindo o meu dever. Quero ser útil, incansável,
jovial, sem nunca esmorecer.
 
 Mensagem enviada pelo internauta
Rayomar
Rio de Janeiro (RJ)



 
Perguntas...

Perguntei à um sábio,
qual a diferença que havia

entre o Amor e a Amizade.
Ele me disse essa verdade:

O Amor é mais sensível,
a Amizade é mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande, querida e fiel companheira.
Mas, quando o Amor é sincero
ele vem com grandes amigos,
e, quando a Amizade é concreta,
ela vem cheia de amor e carinho.

Quando se tem amigos...

ambos os sentimentos coexistem
Dentro do coração

 
Mensagem enviada pela internauta do Rio de Janeiro (RJ)
 IARaymundo




Perguntas...
Uma vez perguntaram a Confúcio,
o que o surpreendia mais na humanidade?
ele respondeu que era o homem.

e, em seguida, explicou:

“Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e
depois perdem o mesmo dinheiro para recuperá-la.
Por pensarem, ansiosamente,  no futuro.”

e, depois, concluiu:

”Vivem como se nunca fossem morrer e
morrem como se nunca tivessem vivido...”
Mensagem enviada pela internauta IARaymundo - Rio de Janeiro (RJ)
 


"
As coisas nem sempre são o que parecem..."


Dois anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma
família muito rica.
A família deu abrigo, mas com muita má vontade.
Apesar de viverem em uma mansão com muitos quartos, não permitiram
que os anjos ficassem em nenhum deles.
Em vez disso, deram aos anjos um espaço, em um quartinho pequeno
e frio, no sótão da casa.
A medida que eles faziam a cama no duro piso, o anjo mais velho viu
um buraco na parede e o tampou.
Quando o anjo mais jovem perguntou o porquê, o anjo mais
velho respondeu:


"As coisas nem sempre são o que parecem..."

No dia seguinte, os dois continuaram viagem.
Com a chegada da noite, os dois anjos pediram abrigo na
casa de um casal muito pobre.
O senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros e receberam,
de bom grado, os viajantes.


Depois de compartilhar a pouca comida que a família tinha, o casal permitiu
que os anjos dormissem na cama do casal, onde eles poderiam ter uma
boa noite de sono para poder prosseguir a viagem totalmente descansados.
Quando amanheceu, os anjos encontraram o casal, banhado em lágrimas.

A única vaca que eles tinham, cujo leite era a única entrada de dinheiro,
jazia morta no campo.

O anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho:

-
Como você permitiu que isto acontecesse?
O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou.
A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar
tudo, e você permitiu que a vaca morresse. Por que fez isso?

- As coisas nem sempre são o que parecem ...
respondeu o anjo mais velho.

- Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele
buraco da parede. Como o proprietário era muito avarento e não estava disposto a
compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais
encontraria o ouro. Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa dessa família
pobre e humilde, o anjo da morte veio em busca da mulher e do agricultor, e eu lhe
dei a vaca no lugar dos dois.
Por isso que sempre digo, que as coisas nem sempre são o que parecem...


-_-_-

Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas
não saem da maneira como esperamos.
Se você tiver fé, somente necessita confiar que aconteça o que
acontecer com você, algum propósito há.
Provavelmente alguma coisa muito melhor virá a seguir.

autor desconhecido
Mensagem enviada pela internauta do Rio de Janeiro (RJ)
 IARaymundo
 


Ponto final...

Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi.
Era uma vida ótima, própria para alguém que não desejava ter patrão.
O que eu não percebi, é que aquela vida era também um ministério.

Em face de eu dirigir no turno da noite, meu táxi tornou-se,
muitas vezes, um confessionário.

Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimos,
e contavam episódios de suas vidas: suas alegrias e suas tristezas.

Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me,
fizeram-me rir e chorar.

Mas nenhuma me tocou mais do que a de uma velhinha que eu peguei
tarde da noite:
Estávamos em agosto.
eu havia recebido uma chamada de um pequeno
prédio de tijolos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de
um subúrbio da cidade.

Eu imaginara  que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que 
brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da 
madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade.     

Quando eu cheguei às 02:30 da madrugada, o prédio estava escuro,
com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do andar térreo.

Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado duas ou
três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora.

Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis,
como o único meio de transporte a tal hora.

A não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre
ia até a porta.      


"Este passageiro pode ser alguém que necessita de ajuda"
- eu pensei.

Assim fui até a porta e bati.

"Um minuto!" - respondeu uma voz débil e idosa.

Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão.

Depois de uma pausa longa, a porta se abriu.

Uma octogenária, pequenina, apareceu.

Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia
uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes
da década de 40.


Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon.

O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo.

Toda a mobília estava coberta por lençóis.

Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis.

Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.

"O Sr. poderia colocar a minha mala no carro?" - ela me pediu.

Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, e ela
ficou agradecendo minha ajuda.


"Não é nada. Eu apenas procuro tratar meus passageiros da melhor
forma possível."
- disse-me.


"Oh!, você é um bom rapaz!" - disse-me ela, sorrindo.

Quando embarcamos, ela me deu o endereço e pediu-me:

"O Sr. poderia ir pelo centro da cidade?"

"Não é o trajeto mais curto..." - alertei-a prontamente.

"Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino
é um asilo de velhos."


Eu olhei pelo retrovisor.

Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.

"Eu não tenho mais família..."
"Meu médico diz que tenho pouco tempo..."


Eu, disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei:

"Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?"

Nas duas horas seguintes, nós rodamos pela cidade.

Ela me mostrou o edifício que havia, em certa ocasião, trabalhado
como ascensorista.


Nós passamos pelas cercanias em que ela e o marido tinham vivido
como recém-casados.


Ela me pediu que passasse em frente  a um depósito de móveis, que havia
sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha.

De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente
à um edifício ou esquina.

Ficava, então, com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.

Quando o primeiro raio de sol surgiu no horizonte, ela disse, de repente:

"Eu estou cansada. Vamos agora?"


Viajamos, então, em silêncio, para o endereço  que ela havia me dado.

Chegamos a um prédio baixo, lúgubre, como  uma pequena casa de repouso.

A via de entrada passava sob um pórtico.

Dois atendentes caminharam até o táxi, assim que ele parou.

Eram muito amáveis e atenciosos, e observavam todos os movimentos dela.

Eles a deviam estar esperando.

Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise para a porta.

A senhora, já sentada em uma cadeira de rodas, perguntou-me :

"Quanto lhe devo?" - e já foi abrindo a bolsa para pagar.

"Nada" - respondi.

"Você tem que ganhar a vida, meu jovem..."

"Há outros passageiros" - respondi.

Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço.

Ela me envolveu comovidamente.

"Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigada!"

"Eu que agradeço." - respondi.

Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada.

Atrás de mim uma porta foi fechada.

Era o som do término de uma vida.

Naquele dia não peguei mais passageiros.

Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos.

Mal podia respirar de emoção...

Fiquei pensando se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado
e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno?


E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez
e ido embora?


Ao relembrar, não creio que eu jamais tenha feito algo
mais importante na minha vida.



A maioria das pessoas está condicionada a pensar que suas vidas
giram em torno de grandes momentos. Todavia, os grandes momentos freqüentemente
nos pegam desprevenidos, e ficam maravilhosamente guardados em recantos que
os outros podem considerar sem importância.


As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse.
Mas elas sempre lembrarão como você as fez sentir.
Pense nisso!

autor desconhecido
Mensagem enviada pelo internauta Bruninho - Rio de Janeiro (RJ)
 


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"A Pedra"

A Pedra

O Distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projetíl.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Criado no siteVocê na capa de NOVA ESCOLA.

Apresentação

Olá amigos, vocês devem ter notado que meu blog está em fase de arrumação. mas em breve vocês terão muitas novidades. Agradeço sempre as dicas e tutoriais de outros blogs e sites "parceirões" que eu sigo e adoro, pois é com eles que eu sempre aprendo muito. Não poderia deixar de citá-los: coisinhasdenikita, tonygifsjavas, FlachVortex.com e Blogueiras Unidas, e dicasparablogs. bjs á todos e fiquem com Deus.
Com Carinho, Dihéne