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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

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REGISTRO DE PRÁTICAS NO BERÇÁRIO:

REGISTRO DE PRÁTICAS NO BERÇÁRIO:

CORPOS QUE FALAM... OLHOS QUE DIZEM:
A IMPORTÂNCIA DA OBSERVAÇÃO E DO REGISTRO DAS 
APRENDIZAGENS DOS BEBÊS
  Por Maria Mara Miranda Rodrigues
"[...] As observações precisam ser registradas para serem compartilhadas e analisadas. [...] Além do conhecimento das singularidades de todas as crianças, é pela observação que o professor pode construir projetos de trabalho com as crianças".
 (BARBOSA, 2010, p.10).
  
Quando trabalhamos com turmas de berçário, vivemos em constante corre-corre. A cada minuto somos desafiados a inovar, buscar soluções, encontrar respostas..., agir. Isso porque os bebês são curiosos, ativos, querem tudo ao mesmo tempo e, apesar de terem a fala pouco desenvolvida, conseguem se comunicar e expressar suas vontades por meio do corpo e do olhar, e dos mais variados sinais de comunicação que utilizam.
Acompanhar o ritmo desses pequenos não é tarefa fácil. Tenho aprendido que ,por mais embasamento teórico que possamos ter, nunca estaremos suficientemente preparados para driblar todos os desafios de uma turma de berçário. Contudo, é aliando a teoria com a prática que vamos conseguir entender ao menos um pouquinho desta faixa etária tão peculiar e intrigante. E chamo de intrigante com propriedade de quem é diariamente desafiada a inovar para conseguir alcançar os objetivos propostos.
Para Maria Carmem Silveira Barbosa (2010), "[...] cada bebê tem um ritmo pessoal, uma forma de ser e de comunicar" (p.2). Assim sendo, põe-se em relevo a necessidade de buscarmos mecanismos para entender este bebê, a forma como ele interage com o meio em que vive, com as pessoas que o cercam, os meios que utiliza para expressar suas vontades, angústias, desejos e inquietações.

Nesta linha de proposição, descobri que uma forma bem eficaz de conhecer o bebê e entender sua especificidade é através da observação e do registro. Por meio da observação, passamos a conhecer melhor o bebê, identificando os objetos e atividades que mais chamam sua atenção, os sinais que emite quando quer comunicar algo que deseja, os caminhos que segue para ter suas vontades atendidas, entre outras situações vivenciadas no cotidiano da Educação Infantil.

Assim, um instrumento que  utilizo para registrar o desenvolvimento dos bebês é o portfólio individual, onde escrevo um pouco sobre o que observei durante o dia. Costumo utilizar também os vídeos e fotos, por conseguirem traduzir o vivido no ambiente do berçário da forma mais real possível.
Nestes portfólios podemos escrever um pouco da história de vida do bebê, de sua família, seus hábitos na creche, a forma como ocorreu sua adaptação, entre tantos outros assuntos acerca do desenvolvimento do bebê. Também podemos contar com a participação dos pais, que podem ser coautores do referido registro, descrevendo as conquistas dos seus filhos, compartilhando com os professores as descobertas dos pequenos.
Para sistematizar melhor os registros, procurei observar as crianças em pequenos grupos, ou seja, a cada dia observo o desenvolvimento de três bebês e escrevo sobre eles. Encaminho as atividades do dia com o grande grupo, mas procuro focar meu olhar nos três escolhidos, me colocando mesmo em um papel de pesquisadora dos seus processos de aprendizagem. Isso tem me dado a chance de, não só conhecer melhor os bebês, como também encontrar novos caminhos para melhorar meu planejamento diário.
Assim, os registros nos portfólios são de grande valia e servem, como bem diz Tacyana Ramos (2012), para revisitar o vivido, guardar impressões, sintetizar as aprendizagens e registrar a prática desenvolvida na unidade educacional.
Para ela, muitas vezes até as palavras registradas nos portfólios não bastam para "(...) exprimir toda a nossa inquietação, encantamento e infinitude no anseio por uma educação, com qualidade, aos bebês" (RAMOS, 2012, p.31).
    
Observar os bebês e registrar suas aprendizagens tem me garantido, portanto, aperfeiçoar meu olhar e aprender com eles, pois ficamos mais sensíveis à beleza que eles exalam a cada descoberta, a cada surpresa, a cada encontro que vivenciamos.
Desta forma, faz-se necessário que o professor adquira uma postura de constante pesquisador, aprendendo a olhar, não aquele olhar que tudo vê, mas o olhar que tudo sente, que consegue ser sensível ao ponto de entender o que os olhos dos bebês dizem, o que seus corpos falam, dentro de um contexto onde o professor conceda este pequeno ser como coautor e parceiro de seu processo de aprendizagem.
Referências:
BARBOSA, Maria Carmen Silveira. Especificidades da ação pedagógica com os bebês. Anais do I Seminário Nacional: Currículo em movimento, Belo Horizonte, nov. 2010.
RAMOS, Tacyana Karla G. , ROSA, Ester Calland de Souza (orgs.). Os saberes e as falas de  bebês e suas professoras. 2. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2012.
ALGUNS EXEMPLOS DE COMO PODE SER OS PORTFÓLIOS INDIVIDUAIS:



















Quer saber mais?
Lá você poderá encontrar novos modelos de portfólio de bebês.
************************** Professora Mara ************************
CRÉDITO: Postado por 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

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Níveis de aquisição da escrita

Processo de aquisição da leitura e escrita - por Emília Ferreiro


Níveis de aquisição da escrita


 
Emília Ferreiro, sem dúvida alguma, nos prestou grande contribuição para que pudéssemos compreender como se dá o processo de leitura e escrita para o aprendente. Salvo todas as críticas ao seu trabalho, considero pertinente observar que não percebo essas fases como padrão rígido que se apliquem a todos os indivíduos. No entanto, elas são boas norteadoras do processo que se deseja pôr em prática - por onde vamos começar? - além de servirem como embasamento  de um bom diagnóstico sobre o desenvolvimento do (a) aprendente da leitura e da escrita no momento em que propomos um trabalho com ele (a), também serve para repensar esse trabalho como forma de intervir positivamente para a ampliação do seu aprendizado.

Em seus artigos e livros (Reflexões sobre a Alfabetização (*) e outros) a autora argentina deixa claro que considera a alfabetização um processo que tem início bem cedo e não termina nunca:
"Nós não somos igualmente alfabetizados para qualquer situação de uso da língua escrita. Temos mais facilidade para ler determinados textos e evitamos outros. O conceito também muda de acordo com as épocas, as culturas e a chegada da tecnologia" .

Segundo ela, aquele que aprende geralmente percorre o seguinte caminho até chegar ao nível de aprendizado desejavél para ser considerado leitor e escritor.
§  fase pré-silábica
§  fase silábica
§  fase silábica-alfabética
§  fase alfabética
§  fase alfabética-ortográfica
As características para cada fase acima descrita pode ser resumida da seguinte forma:
1- Fase pré – silábica
- Sabe que a escrita é uma forma de representação;
- Pode usar letras ou pseudoletras, garatujas, números;
- Não compreende que a escrita é a representação da fala;
- Organiza as letras em quantidade ( mínimo e máximo de letras para ler);
- Vai direto para o significado, sem passar para sonora;
- Variação de letras – BLSIK (elefante);
- Relaciona o tamanho da palavra com o tamanho do objeto (Realismo Nominal).

2- Fase silábica
Esta fase desdobra-se em duas:
A) Silábica Sem valor sonoro:
- Ainda não faz relação do som com a grafia da letra que utiliza;
- A escrita ainda não é percebida como representação da fala;
- Usa uma letra para representar cada sílaba, sem se preocupar com o valor sonoro.
Exemplos:
MACACO __ BPS
CAVALO___BUP
B) Silábica Com valor sonoro:
- A escrita começa a representar a fala;
- Percebe a relação de som com a grafia;
- Escreve uma letra para cada sílaba.
Exs.:
PATO___ AO ( valor sonoro só nas vogais )
PATO___ PT ( só usa consoantes )
 
3- Fase silábica-alfabética
- Apresenta escrita algumas vezes com sílabas completas e outras incompletas;
- Alterna escrita  silábica com alfabética.
Exs.:
CAMELO_____CAMU
TOMATE_____TOMT
4-  Fase alfabética
- Faz a correspondência entre fonemas (som) e grafemas (letras);
- Ainda não domina as normas ortográficas da língua;
- Escreve como fala.
Exs.:
CAMELO _______KAMELU
TOMATE_______ TUMATI 

5- Fase Alfabética-ortográfica

- Faz a correspondência entre letras e grafemas da língua;
- Amplia o conhecimento sobre as normas ortográficas;
- Faz a correção do seu próprio texto.

Exs.:
JARDIN _____ JARDIM
CORREO _____ CORREIO
CABESA _____ CABEÇA
ISO ________ ISSO

 
"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa"
(Emília Ferreiro)


(*) FERREIRO, Emilia. Reflexões sobre Alfabetização. São Paulo: Cortez, 1994.

sábado, 8 de junho de 2013

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História Zé Coração

História Zé Coração


















Pegue os visuais para contar a história no link abaixo para usar em data show.http://www.4shared.com/file/135205316/9701e703/Z_CORAO.html



Texto Zé Coração


Este é o Zé Coração.

Vocês sabem por que ele tem esse nome?

É porque o seu rosto tem o formato de coração.

Ele é um menino mal humorado, por isso, não tem amigos. (mostrar a figura)

Ele tem olhos tristes (mostrar a figura).

Seus olhos só vêem o defeito dos seus colegas.

Ele não acha nada bonito.

Para ele, o mundo e a vida são horríveis.

Ele não se alegra com nada.

Qualquer coisa é motivo de choro.

Seus ouvidos são tristes (mostrar a figura).

Ele só gosta de ouvir piadas picantes, indecentes, zombarias e palavrões.

Da sua boca, só saem palavrões, mentiras... (mostrar a figura).

Ele fala mal de todos, põe defeito nos colegas... ele é malcriado, responde com desrespeito aos professores, às autoridades. Ele não respeita ninguém.Tic-tac, tic-tac! (mostrar a figura).

Ele não tem tempo para ajudar aos outros.

Além disso, ele também só chega atrasado nas aulas.

Seus pés, como todo o seu corpo, também é triste (mostrar a figura).

Eles vão a lugares que não agradam a Deus.

Eles costumam ser usados para fazer os colegas tropeçarem e para praticarem coisas más.

E suas mãos? Delas também só sai tristeza.

Zé as usa para roubar coisas de seus colegas, como lápis, dinheiro, caneta e borracha.

Os professores já não sabem o que fazer com ele.

Embora já tenha sido expulso de várias aulas e já tenha freqüentado muitas escolas,

Zé Coração não se corrigiu.

Um dia, apareceu em sua escola, um menino chamado Beto.

Beto era um menino feliz e ao contrário de Zé Coração, gostava de fazer amizades.

Por ser muito simpático, Beto logo conquistou a amizade de Zé. E, num instante, Beto já estava falando de Jesus e do amor de Deus para o Zé.

Ele até mostrou um versículo na Bíblia, que dizia:“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que n’Ele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.”Beto mostrou a Zé Coração, que o amor de Deus por ele e por toda a humanidade havia sido tão grande, que Ele enviou Seu único filho, Jesus Cristo, para morrer numa cruz pelos nossos pecados, nossos erros.

E aquele que crer no sacrifício de Jesus não apenas terá vida eterna, mas terá também uma vida com objetivos, uma vida mais feliz.

Zé Coração sentiu o amor de Deus por ele, reconheceu as coisas erradas que fazia, e ele resolveu entregar sua vida a Jesus Cristo, pedindo-lhe para mudar, totalmente, o seu modo de ser.

E Jesus ouviu o pedido de Zé, transformando sua vida.

Agora, ele é um menino feliz. (mostrar a figura).

Tic-tac, tic-tac. Agora, Zé Coração tem tempo para ajudar aos outros.

Além disso, ele passou a chegar cedo na escola.(mostrar a figura).

Os seus olhos, agora, enxergam o mundo lindo que Deus criou.

Zé, agora, sabe ver as qualidades dos outros (mostrar a figura).

Ele também gosta de ouvir só coisas boas.

Os seus ouvidos estão sempre alegres, agora (mostrar a figura).

Os seus pés passaram a andar só em lugares que agradam a Deus.

Eles também são alegres. (mostrar a figura)

As suas mãos, agora, vivem dispostas a ajudar os outros.

E ele já não tira mais nada dos outros. Suas mãos são alegres. (mostrar a figura)

Quanto à sua boca, dela, hoje, só saem palavras agradáveis, de estímulo e companheirismo.

Hoje, todos notam a transformação que Jesus fez na vida de Zé.

Seus colegas e professores tornaram-se seus amigos e Zé, passou a ter, agora, uma vida repleta de sentido, uma vida cheia de razão, feliz.

“Entregue sua vida a Jesus e tenha uma vida transformada, como a vida de Zé Coração.”

quarta-feira, 5 de junho de 2013

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São João

São João












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ANATOMIA DE UM LEITOR

ANATOMIA DE UM LEITOR

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ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

Turma - Grupo: 01

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
Angela Freire
A “Educação Infantil, primeira etapa da educação básica tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até 5 (cinco) anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. 
A Educação Infantil será oferecida em: creches, ou entidades equivalentes,
para crianças de até 3 (três) anos de idade; pré-escolas, para crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade.” (LDB, Arts. 29 e 30).
Em razão das particularidades desta etapa de desenvolvimento, três princípios básicos estruturam  em torno da Educação Infantil, que são ao mesmo tempo complementares e indissociáveis. São eles: o cuidar, o educar e o brincar.
Na Educação Infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao Ensino Fundamental (LDB, Art. 31). Deste modo, as crianças deverão ser estimuladas através de atividades lúdicas e jogos, a exercitar suas capacidades motoras, fazer descobertas, assim como iniciar o processo de letramento.
É importante ressaltar que com a implantação da Lei n.º 11.274/2006, medidas legais modificaram o atendimento das crianças na PRÉ-ESCOLA, pois alunos com 6 (seis) anos de idade devem obrigatoriamente estar matriculados no primeiro ano do Ensino Fundamental.
Os dispositivos legais desta lei estabelecem as seguintes modificações: duração mínima de 9 (nove) anos para o Ensino Fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos de idade; implantação até 2010 pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
Durante esse período os sistemas de ensino terão prazo para adaptar-se ao novo modelo de pré-escolas, que agora passarão a atender crianças de 4 e 5 anos de idade.
Na Rede Municipal de Ensino de Salvador, a Educação Infantil é oferecida em duas modalidades:
Creches – 0 a 3 anos de idade;
Pré-escolas – 4 e 5 anos de idade.
2 A Educação Infantil na RME de Salvador é ofertada também nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI’s), que atende crianças de 0 a 5 anos de idade. Estes centros têm como função favorecer o processo de desenvolvimento e de aprendizagem das crianças que o freqüenta e não prepará-las para o ingresso no Ensino Fundamental, numa visão de treinamento, preparando-as para uma suposta e equivocada “prontidão
para alfabetização e o cálculo”.

OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
Geral:
Desenvolver os aspectos físico, psicológico, intelectual e social da criança, ampliando seus horizontes e possibilidades para entender e atuar no e com o mundo.
Específicos:
Contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, respeito e confiança;
Possibilitar às crianças, o acesso ao conhecimento mais amplo da realidade social e cultural, enriquecendo o seu desenvolvimento cognitivo;
Favorecer o desenvolvimento afetivo, promovendo a elevação da auto-estima e do respeito à diversidade étnico/racial;
Desenvolver hábitos e atitudes saudáveis com vistas ao desenvolvimento físico da criança e a preservação do meio ambiente.
Valorizar a diversidade social e cultural presente nos espaços escolares.

Diretrizes Gerais:
Em linhas gerais, as diretrizes que orientarão as ações de Educação infantil baseiam-se nos seguintes princípios:
A Educação Infantil é oferecida para, em complementação à ação da família,
proporcionar condições adequadas de desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social da criança, com vistas a promover e ampliar de suas experiências e conhecimentos, estimulando seu interesse pelo processo de transformação da natureza e pela convivência em sociedade.
O currículo da Educação Infantil deve levar em conta, na sua concepção e
administração, o grau de desenvolvimento da criança, a diversidade social, étnica e cultural das populações infantis, a inserção das novas tecnologias e os conhecimentos que se pretendem universalizar.
Os profissionais de Educação Infantil devem ser formados em cursos de nível superior, que contemplem conteúdos específicos relativos a essa etapa da educação.
As crianças com necessidades especiais devem ser atendidas na rede regular de creches e pré-escolas.
Fonte: ESPAÇO PEDAGÓGICO VIRTUAL:Teias de conhecimentos e saberes - SMED
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trabalhando a alfabetização

Alfabeto

Para as amigas que trabalham com alfabetização, aqui vai mais uma dica.
Para jocar as crianças deverão fazer a correspondência colocando nis "bolsinhos" das letras a figura com a palavra que iniciem com aquela letra,

Acompanhe o passo a passo asqguir:









Fonte: http://www.firstpalette.com
"E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna,
a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus."
(1 João 5:11-13)
creditos ao blog: 100% educaçção Infantil

"A Pedra"

A Pedra

O Distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projetíl.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Criado no siteVocê na capa de NOVA ESCOLA.

Apresentação

Olá amigos, vocês devem ter notado que meu blog está em fase de arrumação. mas em breve vocês terão muitas novidades. Agradeço sempre as dicas e tutoriais de outros blogs e sites "parceirões" que eu sigo e adoro, pois é com eles que eu sempre aprendo muito. Não poderia deixar de citá-los: coisinhasdenikita, tonygifsjavas, FlachVortex.com e Blogueiras Unidas, e dicasparablogs. bjs á todos e fiquem com Deus.
Com Carinho, Dihéne