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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

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Rotina

Esse modelo de rotina é de uma 4ª série ou 5° ano do Ensino Fundamental.

Nessa rotina foi levado em conta os eixos da Matemática e em Português dividiu-se em tópicos o estudo dessa disciplina.

Gêneros textuais - distribuir os vários gêneros ao longo do ano: contos, fábulas, poesias, relatos, instrucionais, propaganda, cartas, bilhetes etc.

Sequências didáticas - a partir das reescritas o professor detectará quais as maiores dificuldades da classe e montará atividades para suprí-las: coesão, coerência, paragrafação, substantivos próprios e comuns, pontuação, acentuação, concordância nominal e verbal etc.

Sequências ortográfica: a partir das reescritas verificar quais as dificuldades ortográfica da classe e trabalhar uma sequência de atividades.

Reescrita: quinzenalmente trabalhar uma reescrita com a classe, uma sugestão é fazer uma votação com a turma a partir das leituras diárias, os alunos escolherão a que mais gostaram para reescrever. Lembre-se que a reescrita deve ser feita ora em dupla ora individual,  no caso de avaliação deve se fazer individual.

Revisão: quinzenalmente, pois logo após a reescrita, na semana seguinte fazer a revisão com a classe. Não é aconselhável uma revisão do texto todo, escolher trechos para os alunos corrigirem. Há várias técnicas de revisão.

Em História, Geografia e Ciências o grande objetivo é trabalhar os textos informativos - adquirir o comportamento leitor, veja a página nesse blog sobre oficina pedagógica.

Matemática trabalhar os eixos, isso propicia ao aluno manter contato com todo o conteúdo de Matemática o ano todo, não apenas por bimestre como era dividido antes.
Os eixos são: números e operações; medidas e grandezas; espaço e forma e tratamento da informação.









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arvore de natal reciclada

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PLANO DE TRABALHO E OBJETIVO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO



O PAPEL DA SUPERVISÃO EDUCACIONAL/ COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
O supervisor tem uma atuação muito ampla dentro da escola, sua presença é fundamental aos que compõem a equipe pedagógica da instituição, sua imagem vem se firmando positivamente cada vez mais. Antigamente ele não possuía um campo de atuação e sua função era apenas ser fiscal, supervisionando e checando tudo que ocorria nas salas de aula. Não se interessava pelos problemas que ocorriam na instituição e tão pouco sabia sobre a qualidade do ensino e a didática aplicada pelos professores envolvidos. Não era bem vindo e aceito em reuniões de professores por não ser considerado um profissional confiável.
Ao longo dos anos, diante de várias conquistas o papel do Supervisor atualmente é vista como o principal fator para o sucesso e essencial para o crescimento do ambiente educacional. O coordenador precisa ter visão, enxergar além do horizonte. Primeiramente esse profissional é responsável pelo desenvolvimento de um Projeto Político Pedagógico e por colocar essa proposta em ação, não mantendo as propostas resumidas apenas em um papel. Para a elaboração desse P.P.P. ele deve observar que seu trabalho não se dá isoladamente, assim ele fará um acompanhamento pedagógico com todos que fazem a escola, ou seja, pesquisará as dificuldades e necessidades dos docentes, discentes e comunidade, com o intuito de solucionar problemas e tendo como objetivo o “por em prática” a proposta elaborada e assim a construção do saber realizar-se-á.
O coordenador em sua atuação na escola, é de agente transformador e agente formador, ou seja, sua atuação vai muito além do convívio e relacionamento com os professores, significa ser formador ouvinte de opiniões, planejando e pondo em execução o dever da escola que é exercer um papel social; e transformador quando está disposto a inovar e enfrentar desafios capazes de desencadear um processo de mudança. Assim, as mudanças são significativas para toda a comunidade escolar (Luzia Orsolon).
Uma outra função do coordenador/supervisor é de ser mediador, portanto ele vai facilitar o avanço do professor quanto a elaboração da proposta pedagógica e seu planejamento, buscando os melhores meios de interação entre os segmentos e estando em plena consciência de que sua atuação é de forma política, em prol dos anseios da sociedade. È preciso que tenha a humildade de olhar angustias, dificuldades, etc. É necessário que ele tenha um olhar atento a perceber as dificuldades do momento e um olhar amplo que venha a projetar os objetivos e anseios que deseja alcançar. Ele também precisa saber ouvir antes de julgar, diagnosticar, apreciar e avaliar.
Tanto o olhar atento, como o ouvir ativo são de extrema importância para que o coordenador desenvolva um excelente trabalho junto a equipe de professores pois, agindo assim é mais fácil para ele diagnosticar as necessidades existentes.
Uma das grandes virtudes para a função do supervisor é a capacidade de estar aberto à sensibilidade. A sensibilidade nos dá uma leveza ao tão desafiador trabalho de formação, portando consideramos a necessidade de desconstruir, conceitos hábitos e atitudes já enraizadas. A confiança é importante para por em prática essa construção transformadora e libertadora, onde todos possamos nos tornar mais humanos.
A coordenação colabora muito quando é colocada numa postura de formação, não se julga pronta só porque tem determinado “poder”, nesse caso cultiva a tão saudável e absoluta necessária consciência da incompletude.
Podemos afirmar que a especificidade da atuação da coordenação pedagógica são os processos de aprendizagem, onde quer que ocorram. Enfim, para o trabalho do supervisor com o professor dar certo ambos devem entender que a relação humana se baseia na crença da possibilidade do outro e que ninguém é melhor ou superior a ninguém, acreditar que o outro pode mudar e o que lhe faltou foi afetiva oportunidade, percepção da necessidade.

PLANO DE TRABALHO E OBJETIVO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO

Proposta de trabalho Coordenadora Pedagógica
Coordenadora Pedagógica
Objetivos:
• Organizar e articular as atividades dos professores, com vista à construção de um projeto coletivo de melhoria de ensino;
• Desenvolver um trabalho de equipe entre os professores, alunos, direção e funcionários visando um bom relacionamento com este conjunto;
• Construir com os professores e acompanhar o desenvolvimento de novas estratégias visando à adequação permanente do currículo ao contexto social, político, econômico cultural em que ele está inserido;
• Estudar com professores as novas concepções sobre a educação, revisar e atualizar as teorias de desenvolvimento e aprendizagem;
• Definir com os professores formas de inserção da tecnologia, suas metodologias, técnicas e materiais de apoio no processo de ensino aprendizagem;
• Estimular os professores para o desenvolvimento das competências necessárias para o exercício da sua função e da autonomia da equipe. Motivá-los para aprender sempre, pesquisar e investir permanentemente na própria formação;
• Proporcionar encontros para a troca e estudo dos professores nas diversas áreas, visando o fortalecimento da coesão já existente entre as disciplinas, e a ampliação desses vínculos, permitindo articulações interdisciplinares;
• Acompanhar o desempenho do aluno nas atividades escolares e definir com professores estratégias que assegurem seu desenvolvimento pessoal;
• Planejar e viabilizar o acesso dos professores e alunos a bens culturais e da informação, garantindo a ampliação de seu universo cultural;
• Coordenar reuniões com os docentes para discussão dos problemas, troca de experiência e direcionamento de propostas;
• Atuar como elemento de ligação entre alunos e professores com o objetivo de propiciar a melhoria do aproveitamento do educando;
• Mediar informes da direção, estabelecendo uma relação interativa, professor-aluno-coordenação e direção;
• Proporcionar um clima de amizade e respeito entre toda a comunidade escolar;
• Acompanhar periodicamente o trabalho pedagógico da equipe escolar, juntamente com o processo ensino aprendizagem;
• Envolver a comunidade no processo escolar através de palestra, oficinas e eventos;
• Favorecer o desenvolvimento e a divulgação de experiências inovadoras na escola;
• Participar ativamente no trabalho desenvolvido pelos funcionários e professores e fazer com que o padrão de qualidade seja o melhor cada dia que passe.
Estratégias:
Como desempenhar minha função com eficiência, comprometimento ético e humano?
• Participando da construção da proposta pedagógica da Escola.
• Elaborando e desenvolvendo o plano de trabalho, conforme proposta pedagógica da escola;
• Selecionando recursos pedagógicos e metodológicos que assegurem a aprendizagem dos alunos;
• Definir formas, métodos de recuperação da aprendizagem para os alunos com maior dificuldade;
• Participando de maneira efetiva das reuniões de planejamento, avaliação e de estudos;
• Cumprir os dias letivos e as horas-aulas estabelecidas;
• Promover e/ou colaborar nas atividades de articulações da Escola com as famílias e a comunidade.
PLANO DE TRABALHO PARA COORDENADOR PEDAGÓGICO
PLANO DE TRABALHO PARA COORDENADOR PEDAGÓGICO
O Coordenador Pedagógico possui várias funções que podem ser classificadas como:
- PREVENTIVA: consiste sempre em procurar a melhoria do processo ensino-aprendizagem.
- CONSTRUTIVA: de maneira positiva e cooperativa procurar sempre auxiliar o corpo docente a superar suas dificuldades.
- CRIATIVA: estimular habilidades individuais de cada um, buscar novos caminhos, pesquisar e criar novos recursos do ensino.
Sabendo da grande responsabilidade do papel do coordenador, me proponho a trabalhar de forma democrática para atender as necessidades da equipe desta EU, levando em conta a ética profissional e o intuito de contribuir para um bom trabalho coletivo, para tanto me submeto à aprovação da execução dos seguistes objetivos e metas abaixo:
■ Procurar ser uma pessoa criativa, organizada, ouvinte e aberta aos conhecimentos;
■ Dar continuidade aos trabalhos já iniciados na Unidade Escolar e elaborar novos projetos durante o ano letivo;
■ Executar o trabalho de coordenação sempre em conexão com a direção da escola;
■Participar da elaboração do PLANO, POLÍTICO, PEDAGÓGICO da escola, responsabilizar-se pela divulgação e execução do mesmo de forma participativa e cooperativa;
■ Promover um trabalho conjunto entre os educadores da escola, trocas de diferentes experiências e respeito à diversidade dos pontos de vista;
■ Participar efetivamente das reuniões oferecidas pela oficina pedagógica e repassar aos professores tudo o que for necessário em e em tempo hábil;
■ Organizar antecipadamente as reuniões de HTPC, que constituirá em prática eficiente; será um momento onde haverá grupos de estudos de temas que representem as necessidades ou dificuldades que o grupo apresentar. Os HTPC’s contemplarão também momentos de planejamento das atividades de sala de aula e confecção de materiais, levando em consideração os objetivos propostos no planejamento. Neste momento, é fundamental a troca de experiências através de relatos onde destacarão os pontos positivos e dificuldades de suas práticas;
■ Fazer com que todo trabalho repassado aos professores seja sempre direcionado para um modo coletivo nunca individualizado;
■- Proporcionar troca de materiais e atividades entre os professores dos mesmos anos;
■ Proporcionar práticas inovadoras aos professores; (pesquisando, estudando, fazendo cursos, oferecendo atividades);
■ visualizar novas perspectivas do professor, movimentar seu cotidiano dando-lhe as ajuda necessária;
■ investir na progressão continuada na própria escola;
■ Estabelecer vínculo e parceria com os alunos visando melhoras: tanto na sala de aula quanto fora dela;
■ Manter contato constante com as classes e alunos em dificuldade, transmitindo-lhes orientações para melhor estudarem determinadas disciplinas;
■Acompanhar a recuperação paralela procurando fazer com que o professor da classe e o professor da recuperação sempre estejam em conexão quanto ao desenvolvimento do aluno;
■Proporcionar uma maneira de trabalho planejado distribuído entre os bimestres desde do primeiro ano (alfabetização) até o quarto ano tanto em língua portuguesa quanto em matemática visando simplificar e ajudar no plano de trabalho do professor);
■ Incentivar e prover condições para a elaboração de projetos de alfabetização, leitura, saúde e higiene, informática e outros mais que se fizerem necessários;
■ cooperar na composição de turmas e horários, com critérios que favoreçam o ensino e a aprendizagem;
■ Acompanhar e avaliar o processo de ensino e de aprendizagem e contribuir positivamente para a busca de soluções para os problemas de aprendizagens identificados;
■Avaliar as práticas já planejadas, discutindo com os envolvidos e sugerindo inovações;
■Acompanhar o desempenho acadêmico dos alunos, através de registros, orientando os docentes para a criação de propostas diferenciadas e direcionadas aos que tiverem desempenho insuficiente;
■Estabelecer metas a serem atingidas no decorrer dos bimestres ou semestres, isto sempre consultando os professores dos respectivos anos;
■Promover um clima escolar favorável à aprendizagem e ao ensino, a partir do entrosamento entre os membros da comunidade escolar e da qualidade das relações;
■ procurar, da melhor maneira possível, participar e ajudar no planejamento e execução de festividades que vierem a acontecer na escola;
■Procurar poder dar atendimento individual conforme necessidade, onde possamos conversar as questões pertinentes ao desempenho escolar do aluno. Acredito que o papel do coordenador não seja “fiscalizar” nem “vigiar” o trabalho do professor, mas sim, auxiliar e oferecer subsídios para sua prática docente. Para tanto, se faz necessárias visitas às salas de aulas para verificar as necessidades de cada educador;
■ trabalhar em conjunto, com o já coordenador, ajudando-o nos seus projetos já iniciados, procurando criar novas perspectivas de maneira a aumentar ainda mais o sucesso de nossa escola.
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CONSCIÊNCIA NEGRA TEXTOS


Consciência Negra - O Menino Marrom


O Menino Marrom 
               Ziraldo
Foi uma tarde, os dois brincavam com suas cores, quando o menino marrom misturou todas as tintas que tinha na caixinha de aquarela, todas as cores do arco íris,
E aí, sabe o resultado que deu?
A mistura das cores todas criou um marrom. Um marrom forte como o do chocolate puro.
O menino marrom olhou para aquela cor que ele tinha inventado e falou: ‘Olha aí. É a minha cor!”
Os olhinhos do menino cor-de-rosa brilharam como eles brilharam diante de suas descobertas. E ele disse: “sua cor é a soma de todas as cores!”
O menino marrom ficou todo feliz. Criou sua cor e achou que era bom.
Justo no dia seguinte, na escola, a tia levou toda a turma para o laboratório do colégio para dar algumas explicações sobre cores, Quando os dois souberam que o assumo era cor, ficaram muito excitados. E que eles iam revelar aos coleguinhas sua grande descoberta.
“Eu chego e conto ? “Perguntou o menino cor-de-rosa.
“Não” disse o menino marrom. “deixa a professora falar primeiro, depois nós damos o  nosso show”.
A professora resolveu mostrar para eles o Disco de Newton.
Todo mundo conhece o disco de Newton, não é verdade?
Todo mundo já foi ao laboratório da escola, certo?  [...]
O Disco de Newton é o seguinte: um pequeno circulo de metal, plano como um disco comum, dividido em raios (como uma roda de bicicleta). São sete espaços entre os raios, cada espaço com uma das cores do arco-íris. O disco gira em pé, como uma pequena roda-gigante, tocado por uma manivela. Você toca a manivela bem depressa, o disco vai girando e aí, o que é que acontece com as sete cores ? O quê?
Isto é o que os meninos iam descobrir naquela manhã, na escola.
A professora mostrou o disco para eles [...] e perguntou: “Se eu misturar todas essas cores, o que é que elas viram ?“
O menino gritou, rápido: “Viram marrom!” E olhou orgulhoso para os outros. Só que ele esperava aplausos e levou foi o maior susto.
A professora disse: “Não.” E continuou “Vejam: eu vou rodar este disco bem depressa e vou misturar todas as cores nesta rodada’.
Prestem atençao, fiquem de olho no disco
E todos prestaram atençao. O disco fom girando, girando, e, de repente, ficou todo branco. E a professora explicou: “Viram? O branco não é uma cor. O branco é a soma de todas as cores em movimento.
“Com esta não contava” falou o menino marrom.
“Nem eu” falou o menino cor-de-rosa.
Os dois voltaram para casa calados, com a cabecinha fervendo.
A coisa tinha ficado desse jeito: Se misturar todas as coisas e elas não girarem, elas ficam marrom.
Se misturar todas as cores — em partes iguais — e botá-las para rodar, elas viram o branco.
Estava tudo assim, quando, de repente, o menino marrom falou para o menino cor-de-rosa:
“Quer dizer que eu sou todas as cores paradas e você é todas as cores em movimento?”
O menino cor-de-rosa pensou um pouco e respondeu: “Só tem um detalhe: eu não sou branco!”
Pronto. Agora e que as coisas complicaram de vez...
E [começou] aquela discussão: o que é realmente branco na Natureza?
O tipo da pergunta de menino curioso!
E quando os dois chegaram em casa, estavam encantados com uma nova descoberta: o mundo não é dividido entre pessoas brancas e pretas.
Mesmo porque elas não existem!
O que existe  - que boa descoberta! -  é gente marrom, marrom-escuro, marrom-claro, avermelhada, cor-de-cobre, cor-de-mel, charuto, pardo, castanha, bege. flicts, esverdeada, creme, marfim, amarelada, ocre, café-com-leite, bronze, rosada, cor-de-rosa e todos esses nomes aproximados e compostos das cores e suas variações.

Consciência Negra - Minha Família é Colorida


MINHA FAMÍLIA É COLORIDA
                                      Georgina Martins
Todo mundo no mundo nasceu de um pai e de uma mãe, como o Ângelo, o menino desta história. O Ângelo tem dois irmãos, o João e o Camilo, que são assim:
O Ângelo é um menino que gosta muito de pensar nas coisas da vida, e, um dia, depois de observar toda a sua família, falou:
— Mãe, o meu cabelo não “vua”, o da minha avó Marli “vua”, o seu “vua”, o do Camilo “vua” um pouco, e o do meu pai, não. Sabe por quê? Meu pai passou cola no meu cabelo e no dele também.
A mãe do Ângelo, que não estava entendendo nada daquela história de cabelo que voava e que não voava, olhou para ele e disse:
— Não é “vua” que se fala, é voa!
Antes de responder, a mãe mostrou ao Ângelo um retrato.
- Meu filho, você está vendo esta foto? É da sua bisavó, a avó do seu pai; ela já morreu. Você é muito parecido com ela, por isso é que você é bem moreno.
Então o Ângelo resolveu fazer outra pergunta:
- Mãe, a minha bisavó é bisão do Camilo também?
- Claro! Se ela é avó do seu pai, tem que ser bisavó de vocês dois.
Ai. O Ângelo, com uma cara de quem não estava entendendo nadinha, fez outra pergunta:
- Então por que a pele do Camilo também não é iguazinha à dela? Por que a pele dele á branca e a minha não é?
Nessa hora,  a mãe do Ângelo percebeu que precisava explicar melhor aquela história.
 Pra você entender tudo direitinho, vou  lhe contar a história da nossa família.
Há muito tempo, num lugar não muito longe daqui, o pai do pai do pai do Ângelo conheceu a mãe do pai do pai do Ângelo. Mas, naquele tempo, eles ainda não eram nem pai nem mãe de ninguém. Era apenas uma moça e um rapaz apaixonados.
Dizem que o pai do pai do pai do Ângelo se apaixonou pela cor da pele da mãe do pai do pai do Ângelo, , que era negra como a noite. Que eram pretinhos como duas jabuticabas maduras.
E, como estavam apaixonados, combinava em tudo. Então, a mãe do pai do pai do Ângelo se encantou pelos olhos do pai do pai do pai do Ângelo, que eram azuizinhos como o céu, e também  pela cor de sua pele,  que era branca como um copo de leite.
Eles ficaram tão apaixonados um pelo outro que resolveram se casar, porque, ai, poderiam ficar olhando para os olhos um do outro todas as horas que desejassem.
Eles ficaram juntinhos que, às vezes, não dava nem para saber quem era um, quem era o outro. Muito menos dava para ver a cor dos olhos deles: nessa hora, eles fechavam os olhos para poder sonhar.
E, quase todas às vezes em que eles ficavam  juntos, os pedacinhos de um se misturavam com os pedacinho do outro. Essa mistura de pedacinhos deu origem a um monte de menininhos.  Um deles é o pai do pai do Ângelo, o avô Agostinho.
O avô Agostinho foi crescendo, crescendo, crescendo e um dia, ele conheceu a avó Marli. Mas naquele tempo eles eram avós de ninguém. Eram só um casal apaixonados
O avô Agostinho diz que se apaixonou pelas tranças da avó Marli, que eram compridos, e que ele adorava ficar puxando.
E a avó Marli conta que se apaixonou pelos cabelos do avô Agostinho, que eram como os seus, todos enroladinhos. Pareciam os pelos dos carneirinhos que havia na fazenda do avô dela.
Eles ficaram tão apaixonados que também resolveram ficar bem juntinhos para sempre, pois o avô Agostinho só queria saber de ficar puxando as tranças da avó Marli, e a avó Marli só queria saber de ficar enrolando os dedos nos cachinhos do avô Agostinho.
Então, depois de puxa cabelo pra cá, enrola cabelo pra lá, o avô Agostinho e a avó Marli tiveram quatro menininhos: o pai do Ângelo e os tios do Ângelo, que, naquele tempo, não eram pai nem tios de ninguém.
Ai, o tempo foi passando. E os quatro foram crescendo, crescendo... Um dia, o mais velho conheceu uma moça e se apaixonou por ela.
Essa moça era a filha da avó Célia com o avô Edilson. O avô Edilson, que já morreu, era um cearense de olhos verdes. A avó Célia conta que o avô Edilson se apaixonou pela cara dela, que ele achava mais bonita do que a lua.   ela se apaixonou pelos olhos do avô Edilson, verdes como as ondas do mar.
A avó Célia e o avô Edilson de tanto que olharam para a cara e para os olhos um do outro, acabaram querendo se casar.  Olharam-se tanto, mas tanto, que também misturaram os seus pedacinhos, e dessa mistura toda nasceu a tal moça, a que depois ficou sendo a mãe de Ângelo.
Dizem que o rapaz, aquele, o mais velho dos quatro filhos do avô Agostinho, que depois ficou sendo o pai do Ângelo, se apaixonou pelos caracóis dos cabelos da filha da avó Célia. E que a filha da avó Célia, a mãe do Ângelo, se apaixonou pelo sorriso dele, que iluminava a cara toda.
Assim como os outros, eles também decidiram morar na mesma casa. Só para poder se olhar o tempo todo. Acontece que eles não foram morar sozinhos, porque a mãe do Ângelo, antes de ser mãe do Ângelo e do Camilo, já tinha o João, que era filho dela com outro pai, e naquele tempo, não existiam nem Ângelo nem Camilo. O João era assim:
O pai do Ângelo, a mãe do Ângelo e o João foram morar na mesma casa. E entre o pai do Ângelo era um tal de sorrisos pra cá e de caracóis pra lá que eles resolveram ter mais dois filhos, o Camilo e o Ângelo. E eles eram assim:
Então, o tempo foi passando, passando, passando... e, hoje, a nossa família ficou desse jeito:
Bem. Depois que a mãe do Ângelo acabou de contar essa história, ele fez uma cara de quem estava começando a entender um bocado de coisas. Então olhou para mãe e falou:
- Mãe, então sabe por que o meu cabelo não “vua” e a minha pele é assim, dessa cor? É porque a nossa família é toda colorida, e eu acho que ela é muito bonita, igualzinha à minha caixa de lápis de cor!

Consciência Negra - A Bonequinha Preta


A B O N E Q U I N H A  P R E TA
                                   Alaide Lisboa de Oliveira
Mariazinha tem uma boneca. A boneca de Mariazinha é preta como carvão. A boneca de Mariazinha é muito bonita!
Ela tem duas trancinhas, tem a boca vermelha e os olhos bem redondos. Mariazinha gosta tanto da Bonequinha  Preta! Mariazinha tem muito cuidado com a Bonequinha Preta. Mariazinha dá banho na Bonequinha Preta e faz a comidinha da Bonequinha Preta. Mariazinha costura os  vestidinhos da Bonequinha Preta. A bonequinha dorme na cama de Mariazinha. Ela dorme cedinho... e acorda cedinho também.
De manhã, Mariazinha pergunta à Bonequinha Preta: “Bonequinha Preta, você gosta muito de mim?" E a Bonequinha Preta responde: “Gosto muito de você, Mariazinha.” Depois a Bonequinha Preta pergunta: “E você, Mariazinha, também gosta muito da Bonequinha Preta?" E Mariazinha responde: “Gosto muito de você, minha Bonequinha Preta."
Mariazinha hoje vai passear com a Mamãe. Mariazinha não pode levar a boneca para passear. O passeio é muito longe e a boneca é pequena. Boneca pequena não pode andar muito. Antes de sair, Mariazinha diz à boneca: “Bonequinha Preta, vou passear com a Mamãe.  Fique muito quietinha em casa e não faça arte. Bonequinha Preta, não chegue à janela, senão você pode cair." A Bonequinha Preta ouve tudo e responde: “Pode ir passear sossegada, Mariazinha! Eu fico quietinha em casa e não chego à janela.”
Mariazinha sai com a Mamãe. .A Bonequinha Preta fica triste, assentada na poltrona.., na poltrona lá da sala de visitas.  De repente um gatinho começa a miar... O gatinho está miando lá na calçada.  O gatinho mia assim: miau! miau!  A bonequinha está com muita vontade  espiar o gatinho. São tão bonitinhos os gatinhos! A Bonequinha Preta diz assim: Vou à janela espiar o gatinho.  Vou espiar um pouquinho.  Um pouquinho só, Mariazinha não  se zanga.” A bonequinha desce da poltrona. A bonequinha chega pertinho da janela! A janela é tão alta e a Bonequinha Preta é tão pequena! Mas o gatinho está miando lá fora... O gatinho está miando lá na calçada... O gatinho está miando assim: miau! miau!
E a bonequinha quer mesmo ver o gatinho. São tão bonitinhos os gatinhos! À janela é tão alta! A Bonequinha Preta é tão pequena! A bonequinha começa a pular para alcançar  a janela.  A bonequinha pula assim: u-pa! u-pa!  A bonequinha pula cada vez mais alto: u-pa! u-pa! Mas a bonequinha não pode ver o gatinho.  A janela é tão alta! A Bonequinha Preta tem uma idéia! A boné quinha bate palmas de contente! E diz: “Ah! Já sei! Vou pôr a poltrona perto  na  janela... e depois... subo na poltrona”
A Bonequinha Preta põe a poltrona perto da janela. Depois, sobe na poltrona... e quase alcança a janela! A bonequinha levanta-se na pontinha dos pés.   Quase, quase... falta só um pouquinho!  A bonequinha está contente e diz: “Se eu der um pulinho, eu vejo o gatinho”  A bonequinha dá um pulo: u-pa! A bonequinha dá outro pulo mais alto: u-Pa! A bonequinha dá um pulo alto demais... e cai da janela! coitadinha! À Bonequinha Preta cai da janela! Mas a bonequinha ainda tem sorte! Vai passando na mesma hora um verdureiro, e a bonequinha cai no cesto de verduras! O cesto está cheio de alface se a bonequinha  não se machuca. Mas o verdureiro leva um susto - ui! A Bonequinha Preta também leva um susto  ui!  E o gatinho que estava miando na calçada da rua?
O gatinho também leva um susto - ui!  O verdureiro desce o cesto da cabeça. Ele quer tirar a bonequinha do cesto. Mas quando desce o  leva outro susto! O gatinho da calçada dá um pulo e zás!... pega a bonequinha! O gatinho pega a bonequinha pelo vestido, e sai correndo com a bonequinha presa nos dentes! Mariazinha volta do passeio toda contente e entra em casa gritando: “Bonequinha Preta, estou com saudades de você!"  Ninguém responde! Mariazinha grita mais alto: “Bonequinha Preta, estou com saudades de vocêl" Ninguém responde! Mariazinha procura a boneca pela casa inteira! Mariazinha não acha a boneca e começa a chorar. Estão batendo à porta da casa de Mariazinha. Quem será?  AH o  verdureiro!  Mariazinha vai chorando,  chorando até a  porta. 0  verdureiro diz assim: “Não chore, Mariazinha! Eu vi sua boneca: ela caiu da janela; e caiu dentro do meu cesto. ' O gatinho da calçada pulou no cesto... e pegou sua bonequinha. . Pegou com os dentes e saiu correndo!
 Mas eu sei onde mora o gatinho.  Guarde meu cesto, Mariazinha, que eu vou buscar  sua bonequinha.” O verdureiro gosta muito de Mariazinha! Ela é tão boazinha! Ô verdureiro vai correndo. O verdureiro entra numa rua, sai noutra rua, passa pelo parque, atravessa a ponte... Ih! Que gatinho que mora longe! Mas o verdureiro, até que enfim, chega perto da casa do gatinho.
O verdureiro espia um pouco: A Bonequinha Preta está bem sentada na grama. E o gatinho? O gatinho está dançando! Ele quer fazer a bonequinha rir! 0 gatinho não é mau, não. O gatinho gosta muito de bonecas.
Ele quer fazer a bonequinha rir... Mas a Bonequinha Preta não ri. Ela está com saudades de Mariazinha. O verdureiro sabe que o gatinho não é mau. O verdureiro chega mais perto e diz ao gatinho: “Gatinho, vim buscar a Bonequinha Preta; Mariazinha está em casa chorando!" O gatinho começa a miar triste miau! miau! O verdureiro então pergunta! “Você também quer ir gatinho?  Quer morar na casa de Mariazinha, também? Ela é tão boazinha. O verdureiro, a Bonequinha Preta e o gatinho vêm juntos, todos três. Vêm alegres para a casa de Mariazinha. Mariazinha está esperando na porta de casa. Mariazinha fica tão contente quando eles chegam! Mariazinha não se zanga com a Bonequinha Preta.
A bonequinha promete não desobedecer mais. O gatinho também promete que será muito bonzinho! Mariazinha está tão contente! Mariazinha agradece muito ao verdureiro. O verdureiro é tão bom! Lá vai o verdureiro pela rua, gritando: Alfaces fresquinhasl... Alfaces fresquinhasl...

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

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Linda história para trabalhar valores com as crianças


Linda história para trabalhar valores com as crianças

Sugestão literária

Com esta história o professor poderá montar uma proposta para trabalhar valores. No site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=9515 tem sugestão de aula. Neste blog você também encontra muitas outras sugestões para trabalhar valores com a turma.

COMO NASCEU A ALEGRIA 

(Rubem Alves)

Você pode não acreditar, mas é verdade: muitos anos atrás a terra era um jardim maravilhoso. É que os anjos, ajudados pelos elefantes, regavam tudo, com regadores cheios de água que eles tiravam das nuvens. Esta era a sua primeira tarefa, todo dia. Se esquecessem, todas as plantas morreriam, secas, estorricadas... Para que isso não acontecesse, Deus chamou o galo e lhe disse: - Galo, logo que o sol aparecer, bem cedinho, trate de cantar bem alto para que os anjos e os elefantes acordem... E é por isto que, ainda hoje, os galos cantam de manhã... Flores havia aos milhares. Todas eram lindas. Mas, infelizmente, todas elas eram igualmente vaidosas e cada uma pensava ser a mais bela. E, exibindo as suas pétalas, umas para as outras, elas se perguntavam, sem parar: - Não sou a mais linda de todas? Até pareciam a madrasta da Branca de Neve. Por causa da vaidade, nenhuma delas ouvia o que as outras diziam e nem percebiam que todas eram igualmente belas. Por isso, todas ficavam sem resposta. E eram, assim, belas e infelizes. No meio de tanta beleza infeliz, entretanto, certo dia uma coisa inesperada aconteceu. Uma florinha, que estava crescendo dentro de um botão, e que deveria ser igualmente bela e infeliz, cortou uma de suas pétalas num espinho, ao nascer. A florinha nem ligou e vivia muito feliz com sua pétala partida. Ela não doía. Era uma pétala macia. Era amiga. Até que ela começou a notar que as outras flores a olhavam com olhos espantados. E percebeu, então, que era diferente. - Por que é que as outras flores me olham assim, papai, com tanto espanto, olhos tão fixos na minha pétala...? - Por que será? Que é que você acha?, perguntou o pai. Na verdade, ele bem sabia de tudo. Mas ele não queria dizer. Queria que a florinha tivesse coragem para olhar para as vaidosas e amar a sua pétala. - Acho que é porque eu sou meio esquisita..., a florinha respondeu. E ela foi ficando triste, triste... Não por causa da sua pétala rachada, mas por causa dos olhos das outras flores. - Já estou cansada de explicar. Eu nasci assim... Mas elas perguntam, perguntam, perguntam... Até que ela chorou. Coisa que nunca tinha acontecido com as flores belas e infelizes. A terra levou um susto quando sentiu o pingo de uma lágrima quente, porque as outras flores não choravam. E ela chamou a árvore e lhe contou baixinho: - A florinha está chorando. E a terra chorou também. A árvore chamou os pássaros e lhes contou o que estava acontecendo. E, enquanto falava, foi murchando, esticando seus galhos num longo lamento, e continua a chorar até hoje, à beira dos rios e dos lagos, aquela árvore triste que tem o nome de chorão. E das pontas dos seus galhos correram as lágrimas que se transformaram num fiozinho de água... Os pássaros voaram até as nuvens. - Nuvens, a florinha está chorando. E choraram lágrimas que se transformaram em pingos de chuva...As nuvens choraram também, juntando-se aos pássaros numa chuva enorme, choro do céu. As lágrimas das nuvens molharam as camisolas dos anjinhos que brincavam no céu macio. E quiseram saber o que estava acontecendo. E quando souberam que a florinha estava chorando, choraram também... E Deus, que era uma flor, começou a chorar também. E a sua dor foi tão grande que, devagarinho, como se fosse espinho, ela foi cortando uma de suas pétalas. E Deus ficou tal e qual a florinha. E aquele choro todo, da terra, das árvores, dos pássaros, dos anjos, de Deus, virou chuva, como nunca havia caído. O sol, sempre amigo e brincalhão, não agüentou ver tanta tristeza. Chorou também. E a sua boca triste virou o arco-íris... E as chuvas viraram rios e os rios viraram mares. Nos rios nasceram peixes pequenos. Nos mares apareceram os peixes grandes. A florinha abriu os olhos e se espantou com todo aquele reboliço. Nunca pensou que fosse tão querida. E a sua tristeza foi virando, lá dentro, uma espécie de cócega no coração, e sua boca se entortou para cima, num riso gostoso... E foi então que aconteceu o milagre. As flores belas e infelizes não tinham perfume, porque nunca riam. Quando a florinha sorriu, pela primeira vez, o perfume bom da flor apareceu. O perfume é o sorriso da flor. E o perfume foi chamando bichos e mais bichos... Vieram as abelhas... Vieram os beija-flores... Vieram as borboletas... Vieram as crianças. Um a um, beijaram a única flor perfumada, a flor que sabia sorrir. E sentiram, pela primeira vez, que a florinha, lá dentro do seu sorriso, era doce, virava mel... Esta é a estória do nascimento da alegria. De como a tristeza saiu do choro, do choro surgiu o riso e o riso virou perfume. A florinha não se esqueceu de sua pétala partida. Só que, deste dia em diante, ela não mais sofria ao olhar para ela, mas a agradava, como boa amiga. Quanto aos regadores dos anjos, nunca mais foram usados. De vez em quando, olhando para as nuvens, a gente vê um deles, guardado lá dentro, já velho e coberto de teias de aranha... Enquanto a florinha de pétala partida estiver neste mundo, a chuva continuará a cair e o brinquedo de roda em volta do seu sorriso e do seu perfume não terá fim...

Fonte: http://www.maricell.com.br/poemas4/comonasceuaalegria.htm
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Sugestão para reunião de pais


Sugestão para reunião de pais

Imagem encontrada na internet 
Vejam o que eu encontrei no blog: "Educação em destaque" Reunião de pais - Início de ano/Parte 2



1- Dinâmica Material necessário: balas com embalagens que abram dos dois lados


Procedimento: Entregue uma bala para cada mãe ou responsável e peça para que abram apenas com uma mão.

(Você perceberá que elas irão conseguir, mas só depois de um bom tempo e esforço.)


Faça o comparativo da dinâmica com a vida escolar: A bala é a criança, a mão que elas usaram para abrir é a professora, e a outra, a família. Se a professora fizer o trabalho todo sozinha, irá conseguir, mas demorará mais e será muito mais difícil, mas, se tiver “a outra mão” (a família), ficará mais fácil e eficiente. Você pode substituir a bala por um pedaço de barbante. Peça para que os pais dêem um nó apenas com uma mão no barbante e faça a reflexão parecida com a da bala.

2-Cartões:Nas costas do cartão pode colocar um saquinho com sementes de girassol, para serem plantadas pela família.


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reunião de pais Sugestão


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Vejam o que eu encontrei no blog: "Educação em destaque" Reunião de pais - Início de ano/Parte 2



1- Dinâmica Material necessário: balas com embalagens que abram dos dois lados


Procedimento: Entregue uma bala para cada mãe ou responsável e peça para que abram apenas com uma mão.

(Você perceberá que elas irão conseguir, mas só depois de um bom tempo e esforço.)


Faça o comparativo da dinâmica com a vida escolar: A bala é a criança, a mão que elas usaram para abrir é a professora, e a outra, a família. Se a professora fizer o trabalho todo sozinha, irá conseguir, mas demorará mais e será muito mais difícil, mas, se tiver “a outra mão” (a família), ficará mais fácil e eficiente. Você pode substituir a bala por um pedaço de barbante. Peça para que os pais dêem um nó apenas com uma mão no barbante e faça a reflexão parecida com a da bala.

2-Cartões:Nas costas do cartão pode colocar um saquinho com sementes de girassol, para serem plantadas pela família.


"A Pedra"

A Pedra

O Distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projetíl.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!

Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.


Criado no siteVocê na capa de NOVA ESCOLA.

Apresentação

Olá amigos, vocês devem ter notado que meu blog está em fase de arrumação. mas em breve vocês terão muitas novidades. Agradeço sempre as dicas e tutoriais de outros blogs e sites "parceirões" que eu sigo e adoro, pois é com eles que eu sempre aprendo muito. Não poderia deixar de citá-los: coisinhasdenikita, tonygifsjavas, FlachVortex.com e Blogueiras Unidas, e dicasparablogs. bjs á todos e fiquem com Deus.
Com Carinho, Dihéne

Clique aqui e tenha acesso  ao Site Tony Gifs Javas